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Secretaria da Justiça inaugura nova unidade do Cravi em Araçatuba

Secretaria da Justiça inaugura nova unidade do Cravi em Araçatuba

A Secretaria da Justiça e Cidadania, por meio do Centro de Referência e Apoio à Vítima (Cravi), inaugurou hoje (terça-feira, 03), em Araçatuba, uma nova unidade do Programa. A solenidade aconteceu às 11h no Instituto Asas, na Vila Bandeirante. O secretário da Justiça e Cidadania, Paulo Dimas Mascaretti esteve presente no evento.

Nesta tarde, os técnicos do Cravi estão capacitando a equipe que atenderá a população. Ela é formada por três psicólogas e uma assistente social.

O Cravi completou 21 anos em 2019. Desde o início de suas atividades, em 1988, oferece atendimento público gratuito nas modalidades psicossocial e jurídica a vítimas, e seus familiares, de crimes violentos como homicídio, feminicídio e latrocínio. Os usuários que não se enquadram no Programa, são encaminhados para a rede de serviços dos parceiros, entre elas, CRAS, CREAS, UBS.

O Programa já realizou mais de 39 mil atendimentos nas especialidades psicossocial e jurídica. Neste ano, bateu recorde de atendimentos: foram contabilizados 1.846 atendimentos. Em 2018, foram 1.213, aumento de 85%.

O Cravi também atuou na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (Não lembra? Então leia: https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2019/03/13/tiros-deixam-feridos-em-escola-de-suzano.ghtml). Do dia do ataque, 13 de março, até 25 de junho de 2019, prestou 572 atendimentos psicológicos individual e em grupos para professores e funcionários nas dependências da escola, e visitou pessoas que não tinham condições físicas ou psicológicas para retornar ao colégio.

O Programa realiza oficinas temáticas com o objetivo de divulgar os serviços oferecidos e proporcionar um espaço de sensibilização sobre temas relativos aos direitos humanos. As oficinas são direcionadas aos profissionais, servidores e estagiários das áreas de saúde, assistência social, direito, psicologia e educação que atuam no atendimento direto à população.

De fevereiro a novembro, foram realizadas oito oficinas com os temas: “Compreendendo e Trabalhando a Automutilação”, “Importunação Sexual e a Violência Contra a Mulher”, “Dependência Química: Cuidados na Prevenção e no Tratamento”, “Enfrentamento do Abuso e da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, “Proteção a Testemunhas e Mulheres Vítimas de Violência”, “Dialogando sobre Suicídio e Bullyng na Escola: Alternativas para o Apoio à Comunidade Escolar, Política Nacional da Assistência Social”, e “Racismo Institucional na Perspectiva do Sistema de Justiça”.

Nesses encontros, foram capacitadas 1.795 pessoas. Em 2018, foram 1.040, aumento 71%.

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Tags : Destaque