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Após decretar fim da “cobrança de ar”, Fátima quer proibir taxa de religamento da água

Após decretar fim da “cobrança de ar”, Fátima quer proibir taxa de religamento da água

A assessoria de imprensa da prefeitura de Castilho divulgou esta semana mais uma iniciativa adotada pela prefeita Fátima Nascimento (DEM) com objetivo de corrigir cobranças de serviços praticadas pela concessionária Águas Castilho e que a população em geral consideradas abusivas.

Recentemente, através de uma lei aprovada pela Câmara, Fátima determinou que a empresa instale redutores de ar antes dos pontos de leitura de residências e prédios comerciais que requisitarem este benefício.

Agora, a Câmara de Vereadores estuda o projeto que elimina definitivamente a cobrança das taxas de religação cobrada pela Águas Castilho dos clientes que têm o fornecimento suspenso em virtude de eventuais atrasos no pagamento de suas contas mensais.

Nossa população já sofre com o alto valor de taxas da água e esgoto. Além de serem penalizados quando há corte no fornecimento de água, ainda é obrigada a pagar por uma taxa absurda de religação. Quero acabar com isso”, disse Fátima em Nota divulgada por sua assessoria de imprensa.

VALORES – Segundo a prefeitura, atualmente a concessionária cobra em torno de R$ 160,00 para reativar o abastecimento ao consumidor. Fora isso, não raro o cliente tem que pagar, ainda, pela adequação do sistema de leitura para enquadrar-se nos padrões adotados pela empresa. E, é claro, existe também a(s) conta(s) em atraso que motivou(aram) o corte no fornecimento.

Em virtude de tais circunstâncias, “muitas famílias deixaram de comprar pão e leite para pagar uma conta de água no valor de R$ 82,00, e aí tiveram que pagar mais uma cruel taxa de R$ 160,00 para religar a água, o que endividou muita gente, causando dor e sofrimento”, lamentou a Chefe do Executivo.

Com tais argumentos, Fátima espera obter novamente o apoio Legislativo para eliminar o problema e minimizar o impacto nos bolsos dos cidadãos castilhenses.

Tenho certeza que com ajuda da Câmara, vamos reverter essa história a favor do nosso povo”, disse confiante.

Se as expectativas positivas relacionadas ao apoio parlamentar se confirmarem durante a votação do pedido, Fátima quer o cumprimento imediato da nova Lei, cujo texto prevê que, em caso de descumprimento da legislação municipal, a empresa Água Castilho poderá ser multada pela ARSAE no valor de R$ 1.000,00 por dia.

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Tags : Destaque